O que muda no Espírito Santo
Quem autoriza a NFC-e da sua farmácia no Espírito Santo é a SEFAZ-ES, a fazenda do próprio estado, não um órgão nacional. E fazenda estadual sai do ar de vez em quando.
Quando a SEFAZ-ES não responde, a venda não para: a nota é emitida em contingência off-line, o cupom imprime válido para o cliente e a transmissão acontece quando o serviço volta. É o mesmo princípio do PDV do Stock Pro quando cai a internet da loja em Vitória ou em Vila Velha — ele continua vendendo e sincroniza depois. O CSC usado na emissão, esse, é gerado pela farmácia no portal da SEFAZ-ES, com o certificado digital A1, e nunca dentro do sistema.
O que a farmácia precisa cumprir no Espírito Santo
Parte dessas exigências é federal e vale igual em qualquer UF; a outra parte é estadual e municipal. Misturar as duas é o que faz farmácia descobrir pendência só na fiscalização. Separando:
Nacional, igual em todo o Brasil
- SNGPC — a escrituração dos medicamentos sujeitos a controle especial (as listas da Portaria SVS/MS 344/1998) é enviada à ANVISA, órgão federal. O Stock Pro gera o XML no layout da ANVISA, transmite e guarda o histórico das transmissões.
- Autorização de Funcionamento (AFE) junto à ANVISA, em nome da empresa.
- Receituário — a receita fica vinculada à venda, com o tipo de receita e o controle de antimicrobianos.
Estadual e municipal, daqui
- Responsável técnico — farmacêutico inscrito no CRF-ES, o conselho regional do Espírito Santo. A inscrição vale por estado — quem veio de outra UF regulariza no CRF-ES antes de assumir a responsabilidade técnica.
- Licença sanitária — a farmácia é licenciada pela vigilância sanitária do município (em Vitória, a da própria prefeitura) e responde também à vigilância sanitária estadual do Espírito Santo. Exigência, taxa e prazo de renovação mudam de município para município: confirme na vigilância local antes de contar com um prazo.
- Fisco estadual — inscrição estadual e credenciamento para emitir NFC-e, junto à SEFAZ-ES.
Fica claro o limite do que um software faz: o Stock Pro gera o XML do SNGPC no layout da ANVISA, emite a NFC-e e guarda o histórico. Alvará, licença sanitária e inscrição do responsável técnico continuam sendo documento da farmácia, e nenhum fornecedor obtém isso no seu lugar.
O sistema, em resumo
O que a farmácia ganha no dia a dia, item por item — cada um com a página que explica em detalhe:
- PDV com código de barras — bipa o produto, aceita desconto, divide a mesma venda em mais de uma forma de pagamento e calcula o troco.
- PDV que vende sem internet — a conexão cai, o caixa continua vendendo e as vendas sobem sozinhas quando a internet volta.
- Estoque por lote e validade, com FEFO — sai primeiro o lote que vence antes, e o alerta de vencimento aparece enquanto ainda dá para girar o produto.
- SNGPC para a ANVISA — o XML gerado no layout da ANVISA, transmitido, com histórico e confirmação de envio.
- NFC-e — emitida no fim da venda, com DANFCe em PDF, cancelamento dentro do prazo, carta de correção e contingência off-line.
- Financeiro com DRE gerencial e curva ABC — faturamento, margem, ticket médio, CMV e a lista do que está parado na prateleira.
- Previsão de falta de estoque com IA — 90 dias de venda, dias de cobertura restantes, sugestão de compra e alerta semanal por e-mail.
- Preço único — R$ 250 por mês, ou R$ 2.400 no ano (R$ 200 por mês), com usuários ilimitados, sem taxa de implantação e sem fidelidade.
Cidades atendidas no Espírito Santo
- Vitória
- Vila Velha
- Serra
- Cariacica
- Cachoeiro de Itapemirim
- Linhares
- Colatina
- Guarapari
Essa lista existe para quem pesquisa pelo nome da própria cidade. Na prática o Stock Pro é um sistema em nuvem: funciona em qualquer cidade do Espírito Santo com acesso à internet, inclusive em Linhares e Colatina, e o cadastro leva alguns minutos.
A capital tem página própria, com o código IBGE do município e as cidades da região metropolitana: sistema para farmácia em Vitória.
Perguntas frequentes — farmácia no Espírito Santo
O Stock Pro emite NFC-e no Espírito Santo?
Sim, direto do PDV, com o certificado digital A1 da própria farmácia. A nota é autorizada pela SEFAZ-ES e, quando o serviço da SEFAZ-ES está fora do ar, sai em contingência off-line e é transmitida depois — nos dois casos o cupom é válido e imprime. Cancelamento dentro do prazo, carta de correção e reemissão também estão no sistema. O Stock Pro não emite SAT.
Preciso instalar algo na farmácia em Vitória?
Não. O Stock Pro roda no navegador e pode ser instalado como aplicativo no computador do caixa e no celular, direto do navegador. Não há servidor na loja, não há licença por máquina e não há visita técnica para agendar. O que a farmácia precisa ter é o de sempre: computador, leitor de código de barras, impressora térmica e o certificado digital A1 para a nota.
Serve para farmácia pequena no interior do Espírito Santo?
Serve, e é justamente onde duas coisas pesam: o preço não muda com o tamanho da loja e usuários são ilimitados, então balconista a mais não vira mensalidade a mais; e o PDV continua vendendo com a internet caída, sincronizando depois — o que importa em cidade onde a conexão oscila. O sistema não tem versão reduzida: Vila Velha e Serra recebem o mesmo sistema de Vitória.
Quanto custa o Stock Pro no Espírito Santo?
R$ 250 por mês, ou R$ 2.400 no ano — R$ 200 por mês. O preço é o mesmo em todo o Brasil: não há tabela por estado, taxa de implantação, cobrança por usuário nem fidelidade. Antes de decidir dá para testar 7 dias de graça, sem cartão de crédito, cadastrando a farmácia e fazendo venda de verdade.
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