O que muda em São Paulo
São Paulo é o estado onde a conta mudou: desde 1º de janeiro de 2026 está proibida a emissão do CF-e-SAT (art. 34-D da Portaria CAT 147/2012, com a redação da Portaria SRE-79/2024). Cupom de SAT emitido a partir dessa data é rejeitado pela SEFAZ com o erro 1001. A farmácia paulista que ainda dependia da caixinha do SAT precisa emitir NFC-e — que é o que o Stock Pro faz direto do PDV, com o CSC gerado no portal da SEFAZ-SP.
Fora essa particularidade, vale o de sempre: quem autoriza a NFC-e é a SEFAZ-SP, a fazenda do próprio estado, e o CSC usado na emissão é gerado pela própria farmácia no portal da SEFAZ-SP, com o certificado digital A1 — nunca dentro do sistema.
Referência: página do SAT no portal da Secretaria da Fazenda e Planejamento de São Paulo.
O que a farmácia precisa cumprir em São Paulo
Vale separar o que é regra do país inteiro do que muda de estado para estado — é a confusão mais comum de quem está abrindo ou trocando de sistema.
Nacional, igual em todo o Brasil
- SNGPC — a escrituração dos medicamentos sujeitos a controle especial (as listas da Portaria SVS/MS 344/1998) é enviada à ANVISA, órgão federal. O Stock Pro gera o XML no layout da ANVISA, transmite e guarda o histórico das transmissões.
- Autorização de Funcionamento (AFE) junto à ANVISA, em nome da empresa.
- Receituário — a receita fica vinculada à venda, com o tipo de receita e o controle de antimicrobianos.
Estadual e municipal, daqui
- Responsável técnico — farmacêutico inscrito no CRF-SP, o conselho regional de São Paulo. A inscrição é estadual: farmacêutico inscrito em outro estado precisa transferir a inscrição ou pedir a secundária.
- Licença sanitária — a farmácia é licenciada pela vigilância sanitária do município (em São Paulo, a da própria prefeitura) e responde também à vigilância sanitária estadual de São Paulo. Exigência, taxa e prazo de renovação mudam de município para município: confirme na vigilância local antes de contar com um prazo.
- Fisco estadual — inscrição estadual e credenciamento para emitir NFC-e, junto à SEFAZ-SP.
O Stock Pro cobre a parte de sistema: gera o XML do SNGPC, emite a NFC-e e guarda o registro. Licença, inscrição no conselho e alvará são da farmácia — nenhum sistema resolve isso por você, e quem promete o contrário está vendendo o que não entrega.
O sistema, em resumo
O que a farmácia ganha no dia a dia, item por item — cada um com a página que explica em detalhe:
- PDV com código de barras — bipa o produto, aceita desconto, divide a mesma venda em mais de uma forma de pagamento e calcula o troco.
- PDV que vende sem internet — a conexão cai, o caixa continua vendendo e as vendas sobem sozinhas quando a internet volta.
- Estoque por lote e validade, com FEFO — sai primeiro o lote que vence antes, e o alerta de vencimento aparece enquanto ainda dá para girar o produto.
- SNGPC para a ANVISA — o XML gerado no layout da ANVISA, transmitido, com histórico e confirmação de envio.
- NFC-e — emitida no fim da venda, com DANFCe em PDF, cancelamento dentro do prazo, carta de correção e contingência off-line.
- Financeiro com DRE gerencial e curva ABC — faturamento, margem, ticket médio, CMV e a lista do que está parado na prateleira.
- Previsão de falta de estoque com IA — 90 dias de venda, dias de cobertura restantes, sugestão de compra e alerta semanal por e-mail.
- Preço único — R$ 250 por mês, ou R$ 2.400 no ano (R$ 200 por mês), com usuários ilimitados, sem taxa de implantação e sem fidelidade.
Cidades atendidas em São Paulo
- São Paulo
- Guarulhos
- Campinas
- São Bernardo do Campo
- Santo André
- Osasco
- São José dos Campos
- Ribeirão Preto
- Sorocaba
- Santos
- Mauá
- São José do Rio Preto
- Piracicaba
- Bauru
Essa lista existe para quem pesquisa pelo nome da própria cidade. Na prática o Stock Pro é um sistema em nuvem: funciona em qualquer cidade de São Paulo com acesso à internet, inclusive em Osasco e São José dos Campos, e o cadastro leva alguns minutos.
A capital de São Paulo tem o nome do estado, e é esta mesma página que responde pelas duas buscas — não existe uma segunda página para São Paulo cidade.
Perguntas frequentes — farmácia em São Paulo
O Stock Pro emite NFC-e em São Paulo?
Sim, direto do PDV, com o certificado digital A1 da própria farmácia. A nota é autorizada pela SEFAZ-SP e, quando o serviço da SEFAZ-SP está fora do ar, sai em contingência off-line e é transmitida depois — nos dois casos o cupom é válido e imprime. Cancelamento dentro do prazo, carta de correção e reemissão também estão no sistema. O Stock Pro não emite SAT.
Preciso instalar algo na farmácia em São Paulo?
Não. O Stock Pro roda no navegador e pode ser instalado como aplicativo no computador do caixa e no celular, direto do navegador. Não há servidor na loja, não há licença por máquina e não há visita técnica para agendar. O que a farmácia precisa ter é o de sempre: computador, leitor de código de barras, impressora térmica e o certificado digital A1 para a nota.
Serve para farmácia pequena no interior de São Paulo?
Serve, e é justamente onde duas coisas pesam: o preço não muda com o tamanho da loja e usuários são ilimitados, então balconista a mais não vira mensalidade a mais; e o PDV continua vendendo com a internet caída, sincronizando depois — o que importa em cidade onde a conexão oscila. O sistema não tem versão reduzida: Guarulhos e Campinas recebem o mesmo sistema de São Paulo.
Quanto custa o Stock Pro em São Paulo?
R$ 250 por mês, ou R$ 2.400 no ano — R$ 200 por mês. O preço é o mesmo em todo o Brasil: não há tabela por estado, taxa de implantação, cobrança por usuário nem fidelidade. Antes de decidir dá para testar 7 dias de graça, sem cartão de crédito, cadastrando a farmácia e fazendo venda de verdade.
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