O que muda em Campo Grande
Um número decide se a sua NFC-e é autorizada ou rejeitada: o código IBGE do município, que entra na configuração fiscal e viaja dentro da nota. O de Campo Grande é 5002704.
É um erro silencioso e comum — a farmácia muda de endereço, ou copia a configuração de outra loja, e o código do município fica o antigo. A nota não sai, e a mensagem da SEFAZ-MS não diz "código do município errado" com todas as letras. Se você já tem um sistema e vive apanhando de rejeição em Campo Grande, é o primeiro campo a conferir.
Quem autoriza a nota aqui é a SEFAZ-MS, a fazenda de Mato Grosso do Sul, e o CSC usado na emissão é gerado pela própria farmácia no portal da SEFAZ-MS, com o certificado digital A1 — nunca dentro do sistema.
E há o relógio: Campo Grande corre uma hora atrás de Brasília, e o fechamento de caixa, relatório e DRE segue o horário de Brasília — o movimento da última hora entra no dia seguinte do relatório. O detalhe completo está na página de Mato Grosso do Sul.
O que a farmácia precisa cumprir em Campo Grande
Vale separar o que é regra do país inteiro do que muda de estado para estado — é a confusão mais comum de quem está abrindo ou trocando de sistema.
Nacional, igual em todo o Brasil
- SNGPC — a escrituração dos medicamentos sujeitos a controle especial (as listas da Portaria SVS/MS 344/1998) é enviada à ANVISA, órgão federal. O Stock Pro gera o XML no layout da ANVISA, transmite e guarda o histórico das transmissões.
- Autorização de Funcionamento (AFE) junto à ANVISA, em nome da empresa.
- Receituário — a receita fica vinculada à venda, com o tipo de receita e o controle de antimicrobianos.
Estadual e municipal, daqui
- Responsável técnico — farmacêutico inscrito no CRF-MS, o conselho regional de Mato Grosso do Sul. A inscrição é estadual: farmacêutico inscrito em outro estado precisa transferir a inscrição ou pedir a secundária.
- Licença sanitária — a farmácia é licenciada pela vigilância sanitária do município (em Campo Grande, a da própria prefeitura) e responde também à vigilância sanitária estadual de Mato Grosso do Sul. Exigência, taxa e prazo de renovação mudam de município para município: confirme na vigilância local antes de contar com um prazo.
- Fisco estadual — inscrição estadual e credenciamento para emitir NFC-e, junto à SEFAZ-MS.
O Stock Pro cobre a parte de sistema: gera o XML do SNGPC, emite a NFC-e e guarda o registro. Licença, inscrição no conselho e alvará são da farmácia — nenhum sistema resolve isso por você, e quem promete o contrário está vendendo o que não entrega.
O sistema, em resumo
Em resumo, o que está dentro do sistema (e a página onde cada coisa é explicada por inteiro):
- PDV com código de barras — bipa o produto, aceita desconto, divide a mesma venda em mais de uma forma de pagamento e calcula o troco.
- PDV que vende sem internet — a conexão cai, o caixa continua vendendo e as vendas sobem sozinhas quando a internet volta.
- Estoque por lote e validade, com FEFO — sai primeiro o lote que vence antes, e o alerta de vencimento aparece enquanto ainda dá para girar o produto.
- SNGPC para a ANVISA — o XML gerado no layout da ANVISA, transmitido, com histórico e confirmação de envio.
- NFC-e — emitida no fim da venda, com DANFCe em PDF, cancelamento dentro do prazo, carta de correção e contingência off-line.
- Financeiro com DRE gerencial e curva ABC — faturamento, margem, ticket médio, CMV e a lista do que está parado na prateleira.
- Previsão de falta de estoque com IA — 90 dias de venda, dias de cobertura restantes, sugestão de compra e alerta semanal por e-mail.
- Preço único — R$ 250 por mês, ou R$ 2.400 no ano (R$ 200 por mês), com usuários ilimitados, sem taxa de implantação e sem fidelidade.
Atende também, na região de Campo Grande
- Terenos
- Sidrolândia
- Jaraguari
- Nova Alvorada do Sul
Cada uma dessas cidades tem o próprio código IBGE, e é ele que vai na configuração fiscal da farmácia de lá — o restante do sistema é idêntico. A cobertura de Mato Grosso do Sul inteiro, com as demais cidades, está na página do estado.
Perguntas frequentes — farmácia em Campo Grande
O Stock Pro emite NFC-e em Campo Grande?
Sim, direto do PDV, com o certificado digital A1 da farmácia. Quem autoriza é a SEFAZ-MS, e na configuração fiscal vai o código IBGE de Campo Grande, 5002704. Com a SEFAZ-MS fora do ar, a nota sai em contingência off-line e é transmitida quando o serviço volta.
Qual é o código IBGE de Campo Grande para a NFC-e?
5002704. É o código do município que entra na configuração fiscal e vai dentro da nota. Trocar esse número — por exemplo, repetir o do município anterior ao mudar de loja — dá rejeição na SEFAZ-MS antes de a nota ser autorizada.
Preciso instalar algo na farmácia em Campo Grande?
Não. O acesso é pelo navegador, e o sistema pode ser instalado como aplicativo no computador do caixa e no celular. Sem servidor na loja, sem licença por máquina e sem visita técnica. Se a farmácia tiver mais de um caixa em Campo Grande, os dois abrem a mesma conta — usuários são ilimitados.
Atende farmácia na região metropolitana de Campo Grande?
Atende: Terenos, Sidrolândia, Jaraguari, Nova Alvorada do Sul e qualquer outra cidade com internet usam o mesmo sistema, com o código IBGE do próprio município na configuração fiscal. A cobertura completa de Mato Grosso do Sul está na página do estado.
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