O que muda em Brasília
Um número decide se a sua NFC-e é autorizada ou rejeitada: o código IBGE do município, que entra na configuração fiscal e viaja dentro da nota. O de Brasília é 5300108.
É um erro silencioso e comum — a farmácia muda de endereço, ou copia a configuração de outra loja, e o código do município fica o antigo. A nota não sai, e a mensagem da SEFAZ-DF não diz "código do município errado" com todas as letras. Se você já tem um sistema e vive apanhando de rejeição em Brasília, é o primeiro campo a conferir.
Quem autoriza a nota aqui é a SEFAZ-DF, a fazenda do Distrito Federal, e o CSC usado na emissão é gerado pela própria farmácia no portal da SEFAZ-DF, com o certificado digital A1 — nunca dentro do sistema.
E aqui vale a regra que confunde quem vem de outro estado: o Distrito Federal é um único município para efeito de nota. A farmácia pode ficar em Ceilândia, em Taguatinga ou na Asa Sul — o código do município na NFC-e é sempre 5300108. O detalhe completo está na página do Distrito Federal.
O que a farmácia precisa cumprir em Brasília
Parte dessas exigências é federal e vale igual em qualquer UF; a outra parte é estadual e municipal. Misturar as duas é o que faz farmácia descobrir pendência só na fiscalização. Separando:
Nacional, igual em todo o Brasil
- SNGPC — a escrituração dos medicamentos sujeitos a controle especial (as listas da Portaria SVS/MS 344/1998) é enviada à ANVISA, órgão federal. O Stock Pro gera o XML no layout da ANVISA, transmite e guarda o histórico das transmissões.
- Autorização de Funcionamento (AFE) junto à ANVISA, em nome da empresa.
- Receituário — a receita fica vinculada à venda, com o tipo de receita e o controle de antimicrobianos.
Estadual e municipal, daqui
- Responsável técnico — farmacêutico inscrito no CRF-DF, o conselho regional do Distrito Federal. A inscrição vale por estado — quem veio de outra UF regulariza no CRF-DF antes de assumir a responsabilidade técnica.
- Licença sanitária — a farmácia é licenciada pela vigilância sanitária do município (em Brasília, a da própria prefeitura) e responde também à vigilância sanitária estadual do Distrito Federal. Exigência, taxa e prazo de renovação mudam de município para município: confirme na vigilância local antes de contar com um prazo.
- Fisco estadual — inscrição estadual e credenciamento para emitir NFC-e, junto à SEFAZ-DF.
Fica claro o limite do que um software faz: o Stock Pro gera o XML do SNGPC no layout da ANVISA, emite a NFC-e e guarda o histórico. Alvará, licença sanitária e inscrição do responsável técnico continuam sendo documento da farmácia, e nenhum fornecedor obtém isso no seu lugar.
O sistema, em resumo
Em resumo, o que está dentro do sistema (e a página onde cada coisa é explicada por inteiro):
- PDV com código de barras — bipa o produto, aceita desconto, divide a mesma venda em mais de uma forma de pagamento e calcula o troco.
- PDV que vende sem internet — a conexão cai, o caixa continua vendendo e as vendas sobem sozinhas quando a internet volta.
- Estoque por lote e validade, com FEFO — sai primeiro o lote que vence antes, e o alerta de vencimento aparece enquanto ainda dá para girar o produto.
- SNGPC para a ANVISA — o XML gerado no layout da ANVISA, transmitido, com histórico e confirmação de envio.
- NFC-e — emitida no fim da venda, com DANFCe em PDF, cancelamento dentro do prazo, carta de correção e contingência off-line.
- Financeiro com DRE gerencial e curva ABC — faturamento, margem, ticket médio, CMV e a lista do que está parado na prateleira.
- Previsão de falta de estoque com IA — 90 dias de venda, dias de cobertura restantes, sugestão de compra e alerta semanal por e-mail.
- Preço único — R$ 250 por mês, ou R$ 2.400 no ano (R$ 200 por mês), com usuários ilimitados, sem taxa de implantação e sem fidelidade.
Atende também, na região de Brasília
- Ceilândia
- Taguatinga
- Gama
- Sobradinho
Cada uma dessas cidades tem o próprio código IBGE, e é ele que vai na configuração fiscal da farmácia de lá — o restante do sistema é idêntico. A cobertura do Distrito Federal inteiro, com as demais cidades, está na página do estado.
Perguntas frequentes — farmácia em Brasília
O Stock Pro emite NFC-e em Brasília?
Sim, direto do PDV, com o certificado digital A1 da farmácia. Quem autoriza é a SEFAZ-DF, e na configuração fiscal vai o código IBGE de Brasília, 5300108. Com a SEFAZ-DF fora do ar, a nota sai em contingência off-line e é transmitida quando o serviço volta.
Qual é o código IBGE de Brasília para a NFC-e?
5300108. É o código do município que entra na configuração fiscal e vai dentro da nota. Trocar esse número — por exemplo, repetir o do município anterior ao mudar de loja — dá rejeição na SEFAZ-DF antes de a nota ser autorizada.
Preciso instalar algo na farmácia em Brasília?
Não. O acesso é pelo navegador, e o sistema pode ser instalado como aplicativo no computador do caixa e no celular. Sem servidor na loja, sem licença por máquina e sem visita técnica. Se a farmácia tiver mais de um caixa em Brasília, os dois abrem a mesma conta — usuários são ilimitados.
Atende farmácia na região metropolitana de Brasília?
Atende: Ceilândia, Taguatinga, Gama, Sobradinho e qualquer outra cidade com internet usam o mesmo sistema, com o código IBGE do próprio município na configuração fiscal. A cobertura completa do Distrito Federal está na página do estado.
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